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Cuba | Havana, a cidade que me fez viajar no tempo

O meu objectivo cumpriu-se ao conseguir ir a Cuba antes de Fidel morrer.

Uns meses antes, rumei a Cuba e conheci Havana e Varadero.

Havana é a maior cidade de Cuba e também, uma das maiores das Caraíbas.

É uma cidade mágica!

É rica em tradição histórica e cultural, caracteriza-se por ser eclética e ao mesmo tempo, monumental.

Tal resulta de, antes da Revolução Castrista, ter sido uma importante estância das elites americanas.

Acho que é impossível ficar indiferente a Havana.

Lembro-me que a primeira vez que pisei a cidade, olhei à volta, fiquei uns minutos a sentir o quão mágico e, ao mesmo tempo, inquietante é este mundo com as suas tamanhas diferenças e particularidades.

A própria Havana é muito diferente entre si, ora tem um centro histórico espectacular, bairros característicos bem cuidados com arquitectura colonial, com ruas deslumbrantes, carros coloridos, como do outro lado há bairros que parece saídos de uma guerra…

E tudo isto com aspecto de ter parou no tempo!

Na realidade, no meio do século XX, Cuba tinha uma taxa de alfabetização de 76%, um rendimento per capita maior que a de vários países europeus, como a Itália.

Havana tinha mais salas de cinema que Nova Iorque, um número impressionante de estações de rádio (160), aliado a uma taxa de penetração do rádio próxima dos 90% e o 5º maior número de televisões per capita do mundo.

Esta era Cuba durante a década de 1950, antes da revolução castrista.

Ao passear por Havana, respira-se história, viajamos no tempo, deixamo-nos encantar pelo colorido das casas e carros descapotáveis e rapidamente nos transportamos para outra realidade… a deles.

A realidade de Cuba, do Fidel…

Já me estou a repetir, mas há momentos que parece que o tempo não passou por ali.

É difícil de digerir tudo tão rápido.

Tantas foram as vezes que parei para conseguir assimilar tão vasta informação.

E tantas outras que dancei nas esquinas que se ouvia música.

Havana é assim, de um lado bairros destruídos, do outro, o som de uma rumba, de um mambo ou de um chachachá!

Se eu fosse realizadora de cinema, gostava de fazer um filme de época em Havana e imaginar aquele povo de charuto na boca a conduzir naquelas ruas espectaculares os seus carros cheios de cores garridas.

Gostava de ter mulheres a dançar com aquele feeling que só elas têm e os homens de chapéus a beber os mojitos.

Enfim… fiquei maravilhada com a “fotografia” de Havana, mesmo quando o cenário era pobre e escuro.

Raio de cidade mais cheia de história!

Este post já vai longo, mas tenho que vos falar do que eu achei do povo cubano (provavelmente vou vos surpreender!), mas fica para o próximo post!

 

 

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Créditos das fotografias: Até já!

 

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